SCIH do Hospital Edson Ramalho realiza treinamentos sobre protocolo de sepse nos setores assistenciais

O Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) do Hospital do Servidor General Edson Ramalho (HSGER) iniciou, na última segunda-feira (15), treinamento nos setores assistenciais da unidade hospitalar para orientar os profissionais sobre a inclusão do protocolo de sepse no sistema on-line de evolução dos pacientes. A unidade hospitalar, gerenciada pela Fundação Paraibana de Gestão em Saúde (PB Saúde), prioriza a assistência cada vez mais segura à saúde dos pacientes.

Segundo a médica infectologista e presidente da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar, Wanja Lima, a digitalização de abertura do protocolo de sepse agiliza também o início do tratamento, garantindo mais chance de recuperação do paciente. 

“A sepse é uma infecção que causa uma resposta desregulada no organismo, provocando disfunção de órgãos. Pode atingir vários sistemas, como o renal, por exemplo, e se espalhar para múltiplos órgãos, podendo levar ao óbito. Portanto, quando verificamos sintomas, devemos iniciar a assistência necessária imediatamente”, comenta a médica.

O protocolo de sepse é aberto quando há a verificação de ao menos dois critérios de síndrome da resposta inflamatória sistêmica (SIRS), a exemplo de alteração de temperatura ou taquicardia. “A sepse é uma resposta à infecção, que pode ser bacteriana. Desta forma, é imprescindível iniciar a administração de antibióticos o quanto antes, além de outras medidas assistenciais, como a reposição de fluidos”, reforça Wanja Lima.

A enfermeira Fernanda Freitas, que trabalha na unidade Semi-intensiva do HSGER, pontua que a facilitação da execução do protocolo de sepse pode fazer a diferença no sucesso do tratamento. “Com a inclusão do protocolo no sistema, podemos agir de maneira mais rápida, aumentando as chances de manutenção da vida do paciente”, afirma.

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